terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
*pessoa pop

Interpretações descrepantes da realidade. Pelas personalidades multiplas de Pessoa, pelos vários heteronimos e pela sua percepção muito propria da realidade.
A chavena de café dramatiza um dos muitos prazeres do escritor. O estilo pop revela hipoteticamente como Pessoa seria interpretado na actualidade.
Na lateral pode ler-se "I know not what tomorrow will bring" a ultima frase escrita por Pessoa antes de morrer.
“PESSOA POP”
Acrilico sobre a Tela (54x73cm) c/ aplicação de chavena e pires de porcelana.
A chavena de café dramatiza um dos muitos prazeres do escritor. O estilo pop revela hipoteticamente como Pessoa seria interpretado na actualidade.
Na lateral pode ler-se "I know not what tomorrow will bring" a ultima frase escrita por Pessoa antes de morrer.
“PESSOA POP”
Acrilico sobre a Tela (54x73cm) c/ aplicação de chavena e pires de porcelana.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
"viver não é necessário;
o que é necessário é criar".
Dizia Fernando Pessoa, eu não diria tanto.
Dizia Fernando Pessoa, eu não diria tanto.
Diria mais que a minha vida é a derradeira obra de arte, e a inspiração em tudo o que tenho.
Crio por necessidade, por sobrevivência, porque é assim desde sempre e não vejo de outra forma. Aos dois anos a minha mãe dizia que eu já escrevia o meu nome. “Carla” mas eu não o escrevia, eu desenhava-o. Desenhava o meu nome.
Desde sempre os lápis, depois o carvão, seguiu-se o óleo, foi ficando o óleo. Depois a aguarela, pela paixão (do desleixe) dos diários gráficos. A curiosidade pelo acrilico, e agora as aplicações de materiais. Muitas. Se há recordações materiais das coisas, porque não colocá-las num quadro? Tudo. Rendas, bilhetes de noites inesqueciveis, objectos. Para quê ficarem de fora, se têm um lugar. Na tela. Quase sempre na tela.
A minha inspiração é esta: A paixão.
A paixão pelas coisas. Pelos lugares.
Crio por necessidade, por sobrevivência, porque é assim desde sempre e não vejo de outra forma. Aos dois anos a minha mãe dizia que eu já escrevia o meu nome. “Carla” mas eu não o escrevia, eu desenhava-o. Desenhava o meu nome.
Desde sempre os lápis, depois o carvão, seguiu-se o óleo, foi ficando o óleo. Depois a aguarela, pela paixão (do desleixe) dos diários gráficos. A curiosidade pelo acrilico, e agora as aplicações de materiais. Muitas. Se há recordações materiais das coisas, porque não colocá-las num quadro? Tudo. Rendas, bilhetes de noites inesqueciveis, objectos. Para quê ficarem de fora, se têm um lugar. Na tela. Quase sempre na tela.
A minha inspiração é esta: A paixão.
A paixão pelas coisas. Pelos lugares.
A paixão pelo Novo Circo. Pelo Teatro de rua. Pela Alma lusitana. Por ruas antigas e estreitas. Por pessoas. Por dias bem passados. Por uma caneta que escreve bem. Por filigrana. Por espaços encantados. Por velhinhos. Por crianças. Por pessoas que acreditam com o coração.
Reproduzo com as mãos, a interpretação do que os meus olhos vêem e o meu coração sente.
E é isto que eu sou. Mais do que curriculum vitae informaticamente alinhado.
Reproduzo com as mãos, a interpretação do que os meus olhos vêem e o meu coração sente.
E é isto que eu sou. Mais do que curriculum vitae informaticamente alinhado.
Subscrever:
Comentários (Atom)